O Brasil é considerado o país com uma das maiores taxas de rotatividade do mundo

Segundo estudo feito pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), 17,47% dos trabalhadores com carteira assinada trocaram de emprego, 31,85% das pessoas que trabalham por conta própria mudaram de posição e a rotatividade entre os trabalhadores informais foi de 62,82%, tudo isso em um período de 12 meses. O Brasil é considerado o país com uma das maiores taxas de rotatividade do mundo e a mobilidade dos funcionários é um fator que preocupa muitas empresas.

Os fatores para tanta instabilidade são muitos e entre eles estão à falta de qualificação dos profissionais, a ausência de oportunidades de crescimento dentro da organização e até mesmo falhas nos processos seletivos. “É impossível encontrar a pessoa perfeita para ocupar determinado cargo, porém é plausível escolher um profissional que melhor se encaixe para exercer tais atividades”, afirma Rossana Ercole, headhunter da empresa de recursos humanos Global Network Curitiba.

Fazer o recrutamento e a seleção de pessoas exige técnica, profissionalismo e, sobretudo, experiência. “É importante que as organizações busquem profissionais habilitados para realizar os processos seletivos, como os da Global Network. Nós temos instrumentos que permitem identificar o perfil adequado a demanda da empresa, sempre focando em resultados. Todos os processos são personalizados, de acordo com o perfil técnico, comportamental e a realidade de cada cliente”, ressalta Rossana. 

Muitas vezes as organizações têm pressa em preencher uma vaga e isso pode atrapalhar a escolha do perfil profissional adequado. Definir qual candidato é ideal é difícil, mas com um pouco de sensibilidade é possível fugir das armadilhas. “Nem sempre o candidato ideal é o que tem mais experiência na área ou o que tem o currículo com mais cursos e diplomas. Também não se pode deixar levar por uma boa conversa nem pela empatia por uma pessoa”, considera.

Segundo Rossana, erros nos processos de recrutamento e seleção feitos sem preparo são comuns e devem ser evitados, pois os prejuízos para a empresa são muitos. “Se a escolha não for bem feita, corre-se o risco de gerar custos desnecessários, maior rotatividade na empresa, apreensão na equipe, dificuldade de encontrar os profissionais com o perfil adequado e até desperdício de talentos, que poderiam estar nos chamados para entrevista, mas no final não foram escolhidos por falta de percepção”, alerta. 

Ao procurar um novo colaborador, deve-se ter em mente que ninguém está pronto de imediato para atender as necessidades da empresa. É preciso perceber se o candidato possui o potencial desejado, que possa ser desenvolvido posteriormente, contribuindo para o crescimento da organização. “Quando o profissional ingressar na empresa, ele deve saber quais são as metas e resultados a serem atingidos e como seu desempenho será avaliado para poder progredir”, acrescenta à especialista.

Serviço: Global Network – www.gnetwork.com.br 

Fonte: Incorporativa