Cartão de crédito representa mais de 70% dos pagamentos no e-commerce

Diego Souza/Economiasc

Micro e pequenos empresários estão cada vez mais interessados em vender os produtos na rede mundial de computadores. Um dos principais questionamentos é em relação as fraudes, que ainda são menores no mundo virtual do que no comércio presencial, mas que afetam a lucratividade e o trabalho.

Os principais problemas encontrados no e-commerce são a utilização de dados de terceiros para realizar a transação, a autofraude que é quando o cliente compra e diz que não comprou, a fraude através de amigos que emprestam o crédito e o desacordo comercial que acontece por insatisfação com o produto.

Esses e outros temas foram debatidos nesta terça-feira (19) no Ciclo MPE.Net, que são palestras voltadas para empresários de Florianópolis que desejam entrar no comércio eletrônico. O evento aconteceu no Hotel Castelmar na capital.

Gestão de fraudes

A ClearSale, empresa que trabalha com gestão de risco de fraude e crédito participou do evento com a palestra da relações institucionais da empresa, Arlene Affonso, que explicou que 80% das compras feitas na internet são pagas com o cartão de crédito e as formas de trapaças podem dificultar o processo de venda.

“Os empresários podem fazer o rastreamento dos pedidos sozinhos, mas é necessário ter um bom sistema que verifique os dados dos clientes. Há situações onde a venda é cancelada porque a loja não acredita que o cliente digital é ele mesmo. Perda de lucro por medo de fraude. Elas assustam e inibem os empresários nas vendas”, comenta Arlene.

Consumidor

Segundo a palestrante, os produtos que são mais visados são celulares, notebooks e roupas. “O consumidor quer efetuar a compra com segurança e rapidez, por isso o sistema de comércio eletrônico deve aumentar a porcentagem de aprovação e o tempo de decisão das vendas, além de diminuir as perdas por fraudes e os custos de gestão”, comenta.

Sérgio Marquez de Souza é dono da empresa de cosméticos TOK e foi ao evento para ter mais informações sobre o e-commerce. “Tenho muito interesse, mas preciso de conhecimento. Quem tem medo de risco não deve trabalhar com comércio”, comenta.

Fonte: Incorporativa


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