Por que criar um departamento de Auditoria Interna?

As empresas impulsionadas em divulgar sua imagem e seus produtos necessitam de algo mais concreto na questão confiança no mercado, para que isto ocorra não basta que os próprios executores de suas tarefas sejam os responsáveis por resposta de grande proporção.

Cria-se então a Auditoria Interna como um departamento de análise, avaliação e credibilidade nas informações a serem divulgadas. A profissão do auditor interno tem evoluído a cada dia e com esta evolução a valorização junto aos diretores empresariais, que considerando a complexidade dos negócios e cada vez mais mutante suas transações, buscam esta equipe de profissionais para fazer parte do quadro de colaboradores nas empresas, visando assegurar o cumprimento de normas.

Conjunto de fatores que formam necessidades da criação de um departamento de Auditoria Interna:

1 – Ambiente empresarial contemporâneo em mudanças;

2 – Grau de organização;

3 – Dispersão geográfica da empresa;

4 – Aumento da complexidade organizacional;

5 – Globalização;

6 – Avanço tecnológico;

7 – Competitividade; e

8 – Economicidade.

1 - Ambiente empresarial contemporâneo em mudanças: A participação da tecnologia e a quebra de paradigmas vêm proporcionando um ambiente empresarial em constantes mudanças.  A Auditoria Interna vem contribuindo positivamente no auxílio a estas mudanças e auxiliando as empresas a este “mar de turbulências”.

2 Grau de organização: é o reconhecimento das deficiências nos processos macro organizacionais. Busca-se nesta fase reunir as anomalias encontradas e trabalhar nos procedimentos já existentes. Estes procedimentos devem ser moldados a fim de não causar mudanças bruscas, mas adaptá-los às normas e procedimentos capazes de atender necessidades vitais ao bom funcionamento da empresa. O grau de organização estabelecido pela Auditoria Interna nos controles e processos visam ser o ápice da gestão administrativa. Uma das funções mais importantes da Auditoria Interna é exatamente avaliar, criar, adaptar e ajustar os controles internos à realidade da empresa. E esta função contribui para o sucesso da empresa, no tocante a este grau de organização.

3Dispersão geográfica da empresa: em virtude das dificuldades no acompanhamento dos controles internos, as empresas com filiais contam com os auditores internos no acompanhamento, avaliação e visitas na verificação dos cumprimentos dos controles auferindo sua qualidade nas informações prestadas.

4 - Aumento da complexidade organizacional: atualmente as organizações tanto em nível nacional, como internacional passam por mudanças contínuas, o que é natural. As empresas estão constantemente em transformação. Estas transformações são conhecidas como fusões, cisões e alianças. Estas mudanças causam efeitos significativos que comprometem a estrutura. Como conseqüência às alterações nos sistemas administrativos poderão afetar sua qualidade nos serviços prestados. A implantação do departamento de Auditoria Interna vem a viabilizar uma análise promovendo melhorias nos circuitos e procedimentos vigentes, promovendo um acompanhamento nas rotinas indicando melhorias nos processos já existentes e se necessários a reformulação.

5 – Globalização: esta razão nos desperta um certo interesse e podemos particularmente julgar que pode ser uma das principais de nossas citações. A globalização ou mundialização como titulam os franceses trouxe às empresas uma interligação acelerada dos mercados, possibilitando movimentar bilhões de dólares com simples teclas em poucos segundos, ou comprar e vender o produto de uma mesma marca em lugares distintos.

O  impacto da globalização causou  relevante na estrutura organizacional. Como acompanhar os processos de transmissão de informações que são gerados a cada segundo, e manter esta estrutura sólida capaz de atender seus clientes sem falhas nos processos. Nesta evolução forma-se uma equipe de auditores que prestam assessoria aos administradores auxiliando-os na gestão dos negócios.

            6 – Avanço tecnológico: o avanço tecnológico exerce efeitos sobre a capacidade de produção. Como por exemplo, podemos dizer que a tecnologia aprimorou inúmeros processos de produção até o ponto de operações praticamente perfeitas, reduzindo de meses para minutos o tempo de determinados projetos. Junto com este avanço os procedimentos e os sistemas sofrem alterações, sendo necessário um acompanhamento dos auditores internos à adequação de novos processos e a validação destes.

            7 – Competitividade: a contribuição dos auditores internos em relação à competitividade no mercado trouxe às empresas um apoio indispensável. Com avaliações nos controles internos, redução nos custos incorridos e revisão dos processos produtivos fez com que o custo do produto final atingisse uma significativa margem. Em função deste apoio à gestão os recursos foram distribuídos de forma a otimizar os resultados, o que proporcionou busca de produtividade aliada à redução de custos. A eficiência empregada resultou no desempenho e qualificação de seus produtos a um custo baixo e maior chance de concorrência.

8 – Economicidade: é a relação custo/benefício incorrido no processo de continuidade da empresa. Os auditores internos se destacam em suas atividades agregando às empresas reduções significativas aos custos de produção e despesas operacionais, um acompanhamento contínuo na realização das metas a serem atingidas fazendo valer a política administrativa da organização.

Fonte: Portal de Auditoria

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